Enfim, chegamos em NYC! Estávamos tão cansados da noitada que só fizemos umas comprinhas e descansamos para o show do Black Crowes de hoje no Best Buy Theater! Ficamos no Chelsea Star Hotel e recomendo!
(Rafael todo feliz do outro lado da rua. O sortudo pegou a palheta do baixista!)
Sinceramente, pelo show de Atlantic City eu não esperava tanto; mas o show de hoje nem se compara com o de ontem; primeiro pela energia da banda, mais calorosa, segundo porque começou com Remedy num set todo acústico, maravilhoso, e olha onde eu tava! Show com todos em pé, aêêê!!
O Rich Robinson tava bem sério, não é de fazer caras e bocas e o que é hipnotizante nele é que ele é muito preciso e parece sempre estar 100% compenetrado, quase uma pedra - no bom sentido - seja no set acústico ou numa jam totalmente lisérgica!
(estas são as anteninhas de uma menina baixinha vestida de abelha que ficou entre eu e a grade quase o show inteiro. No fim do show morri de rir das fantasias pela Times Square, todo mundo!)
Eu amava Black Crowes mas não era uma fã de carteirinha até hoje, ao vivo, ao me sentir em um show do Allman Brothers em vários momentos, mesmo sem nunca ter estado num. O Rich roubou a cena nas jams, no set elétrico eu nem olhava pro Chris, só pra ele. Na jam de Lucifer Sam eu achei que ele era Deus.
Mas nem preciso dizer que o resto da banda, inslusive o tecladista novo, (que vimos de pertinho no fim do show comprando uma birita) são demais, todos têm um feeling maravilhoso, o baixista e o baterista comandam e o Chris tem a voz que tem. Eu já gostava da banda por isso, mas me apaixonei ainda mais hoje, pois ao vivo percebi ainda mais influências antigas e boas que eles conseguem adicionar num som totalmente novo E original. Eles fizeram cada jam de arrepiar, que fluíam, me fazendo voltar nos anos 70 (como se eu já tivesse ido lá hehe).
Se eu não tivesse aula, veria os 4 shows que acontecerão aí no mesmo lugar de 2 a 6 de novembro. Foi tão bom que o Rafael mal dormiu pensando que ainda poderíamos ver o show do dia 2, antes de voltar pro Brasil dia 04. Ele não demorou muito pra me convencer a ver o do dia 2 e correr o risco de perder minha aula quando eu me lembrava do show impressionante, com a surpresinha final Yer Blues, dos Beatles. Finalmente, concluímos felizes que sim, é possível se entusiasmar com outro show mesmo depois de ver o The Wall! Estamos perplexos! Mas como nem tudo é perfeito, essa turnê é de despedida do Crowes... dia 2 estaremos lá!
Olhem o tamanho desse set list!!:
(se clicarem nas setinhas dá pra ver um vídeo da turnê, adorei esse site!!):
(Rafael todo feliz do outro lado da rua. O sortudo pegou a palheta do baixista!)
Sinceramente, pelo show de Atlantic City eu não esperava tanto; mas o show de hoje nem se compara com o de ontem; primeiro pela energia da banda, mais calorosa, segundo porque começou com Remedy num set todo acústico, maravilhoso, e olha onde eu tava! Show com todos em pé, aêêê!!
O Rich Robinson tava bem sério, não é de fazer caras e bocas e o que é hipnotizante nele é que ele é muito preciso e parece sempre estar 100% compenetrado, quase uma pedra - no bom sentido - seja no set acústico ou numa jam totalmente lisérgica!
(estas são as anteninhas de uma menina baixinha vestida de abelha que ficou entre eu e a grade quase o show inteiro. No fim do show morri de rir das fantasias pela Times Square, todo mundo!)
Eu amava Black Crowes mas não era uma fã de carteirinha até hoje, ao vivo, ao me sentir em um show do Allman Brothers em vários momentos, mesmo sem nunca ter estado num. O Rich roubou a cena nas jams, no set elétrico eu nem olhava pro Chris, só pra ele. Na jam de Lucifer Sam eu achei que ele era Deus.
Mas nem preciso dizer que o resto da banda, inslusive o tecladista novo, (que vimos de pertinho no fim do show comprando uma birita) são demais, todos têm um feeling maravilhoso, o baixista e o baterista comandam e o Chris tem a voz que tem. Eu já gostava da banda por isso, mas me apaixonei ainda mais hoje, pois ao vivo percebi ainda mais influências antigas e boas que eles conseguem adicionar num som totalmente novo E original. Eles fizeram cada jam de arrepiar, que fluíam, me fazendo voltar nos anos 70 (como se eu já tivesse ido lá hehe).
Se eu não tivesse aula, veria os 4 shows que acontecerão aí no mesmo lugar de 2 a 6 de novembro. Foi tão bom que o Rafael mal dormiu pensando que ainda poderíamos ver o show do dia 2, antes de voltar pro Brasil dia 04. Ele não demorou muito pra me convencer a ver o do dia 2 e correr o risco de perder minha aula quando eu me lembrava do show impressionante, com a surpresinha final Yer Blues, dos Beatles. Finalmente, concluímos felizes que sim, é possível se entusiasmar com outro show mesmo depois de ver o The Wall! Estamos perplexos! Mas como nem tudo é perfeito, essa turnê é de despedida do Crowes... dia 2 estaremos lá!
Olhem o tamanho desse set list!!:
(se clicarem nas setinhas dá pra ver um vídeo da turnê, adorei esse site!!):
- - Acoustic Set -
- (Dillard & Clark cover)
- - Electric Set -
- (Pink Floyd cover)
- Encore:
- (The Beatles cover)
invejinha... putz! como eu queria ter ido nesses shows! se eles passassem aqui pelo Brasil nessa turnê...
ResponderExcluirBeijos do seu irmão!