quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Remembrance Day

Hoje pela primeira vez comemoraram o Remembrance Day aqui no Canadá; na rua entregam vários broches de flor vermelha em homenagem aos soldados que voltaram do Afeganistão. 
Foi um feriado inesperado; primeiro fomos almoçar na Little Italy; até lá todos os garçons eram realmente italianos, adoro. Depois aproveitamos o dia lindo pra ver o pôr-do-sol no Parc Jean-Drapeau (o mais bonito pra gente) e tomamos umas cervejas importadas que encontramos super baratas!! Vou sentir muita saudade de beber uma dessas por CAD3,00!!


Daqui pra frente nunca andaremos sem abridor! (abrimos na pedra mesmo hahaha)


Foi ficando cada vez mais frio na beira do rio Saint-Laurent e não dava pra esperar ficar totalmente escuro...dia realmente inesquecível :)

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Mirante + Cafe Campus

Depois da escola eu e Tamy resolvemos ir no parque Mont-Royal, mas acabamos indo só no mirante, pois foi onde o ônibus parou primeiro e não estávamos a fim de andar pra procurar a entrada do parque (novidade).


Não gostei da nossa foto pois o cara pegou mais a gente do que a paisagem:


Moro ali do lado do Olimpic Stadium! (pra sempre vou lembrar como o lugar onde o Roger Waters cuspiu num fà, numa turnê do Pink Floyd).


À noite fomos ao Cafe Campus, porque dizem que a noite de terça é a melhor, por ter uma promoção de cerveja e por ser retrô. Na próxima vez vou chegar no Happy Hour, quando tem música ao vivo, porque hoje me senti numa festa de casamento quando abre a pista de dança e só toca disco, anos 50 e um James Brown; mas enfim, com amigos e bebida tudo fica bem divertido. Difícil é ainda ter que acertar o caminho pra casa, mas estamos todos vivos - com a diferença que só eu fui pra aula no dia seguinte! :)

Esses gringos são muito engraçados!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Balthazar + MET NY + Black Crowes

Não podíamos deixar de ir no Balthazar: o melhor restaurante do mundo! Das entradas até a sobremesa, você pode fechar o olho e e escolher na sorte que qualquer coisa é boa! (mas por favor, peçam a sobremesa Pavlova: um suspiro gigante e cremoso com calda quente de frutas vermelhas.)

Finalmente fui no Metropolitan - fui a NY ano passado mas não deu tempo de passar lá e sempre quis ir! Realmente vale muito a pena, adorei tudo - mas ainda prefiro o de História Natural (com aquele planetário sinistro)! 
Só tirei essa foto maluca do Rafael em frente a esse quadro maluco - tinha um monte de gente tirando a mesma foto.

E enfim, depois de descansar no Central Park (que chato, né?), mais um show do Black Crowes! Também começou com um set acústico, mas nem tocaram Remedy em nenhuma parte do show! Ao invés da banda inteira entrar no palco pra começar o show, entraram apenas os irmãos; todos gritavam porque ali só podia vir coisa boa e o que veio me tirou o chão!
CURSED DIAMOND!
Isso fez valer o show inteiro, por mim eu ia pra casa feliz, porque é minha música preferida junto com Sometimes Salvation!! Infelizmente, essa nem o Rafael, que já está em seu sexto show, viu.E tocaram Rolling Stones!!! Sério, tenho medo dos set lists dos próximos shows!  E de brinde, antes de sair correndo direto pra rodoviária (deixamos as malas no guarda volumes do show) dancei Hard to Handle como senão houvesse amanhã. Incrível como o tempo pára em um show...

Não vimos o bis pra pegar o ônibus de volta pra NY, torcendo pra ser algo "dispensável". Mas foi outro showzaço de 3 horas, com metade das músicas diferentes inclusive a última música (The Band? What??!)! Definitivamente tínhamos que ficar pra ver os próximos shows, mas também não ganhamos na loteria :/
Gente, morri! Perdi prova mas valeu a pena!!!
Só pra constar, sem dúvidas o show de domingo foi o melhor dos três.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Hard Rock Cafe NYC

Há exatamente um ano eu estava aqui! 
E então eu nunca pensei que estaria aqui de novo pra ir nos lugares que não deu tempo de ir, como o Hard Rock (e o Met, que também vamos amanhã)! 
Eu esperava que a comida fosse melhor, achei sem tempero, mas vale a pena pelas relíquias. Tinha a calça marrom da Janis Joplin, blusa do Hendrix, desenhos do Morrison... Olhem o bar, que louco:

Máscara original do filme The Wall

Casaco estiloso do Noel Redding

Quadro do Grateful Dead que foi feito por uma sociedade alternativa liderada pelo Wavy Gravy, aquele banguela com chápeu de cowboy, mestre de cerimonias do Woodstock. Parece qé ue uma peça inteiriça de madeira, lindo! 

domingo, 31 de outubro de 2010

Halloween em NYC

Enfim, chegamos em NYC! Estávamos tão cansados da noitada que só fizemos umas comprinhas e descansamos para o show do Black Crowes de hoje no Best Buy Theater! Ficamos no Chelsea Star Hotel e recomendo!
(Rafael todo feliz do outro lado da rua. O sortudo pegou a palheta do baixista!)


Sinceramente, pelo show de Atlantic City eu não esperava tanto; mas o show de hoje nem se compara com o de ontem; primeiro pela energia da banda, mais calorosa, segundo porque começou com Remedy num set todo acústico, maravilhoso, e olha onde eu tava! Show com todos em pé, aêêê!!
O Rich Robinson tava bem sério, não é de fazer caras e bocas e o que é hipnotizante nele é que ele é muito preciso e parece sempre estar 100% compenetrado, quase uma pedra - no bom sentido - seja no set acústico ou numa jam totalmente lisérgica! 
 (estas são as anteninhas de uma menina baixinha vestida de abelha que ficou entre eu e a grade quase o show inteiro. No fim do show morri de rir das fantasias pela Times Square, todo mundo!)


Eu amava Black Crowes mas não era uma fã de carteirinha até hoje, ao vivo, ao me sentir em um show do Allman Brothers em vários momentos, mesmo sem nunca ter estado num. O Rich roubou a cena nas jams, no set elétrico eu nem olhava pro Chris, só pra ele. Na jam de Lucifer Sam eu achei que ele era Deus. 
Mas nem preciso dizer que o resto da banda, inslusive o tecladista novo, (que vimos de pertinho no fim do show comprando uma birita) são demais, todos têm um feeling maravilhoso, o baixista e o baterista comandam e o Chris tem a voz que tem. Eu já gostava da banda por isso, mas me apaixonei ainda mais hoje, pois ao vivo percebi ainda mais influências antigas e boas que eles conseguem adicionar num som totalmente novo E original. Eles fizeram cada jam de arrepiar, que fluíam, me fazendo voltar nos anos 70 (como se eu já tivesse ido lá hehe).
 Se eu não tivesse aula, veria os 4 shows que acontecerão aí no mesmo lugar de 2 a 6 de novembro. Foi tão bom que o Rafael mal dormiu pensando que ainda poderíamos ver o show do dia 2, antes de voltar pro Brasil dia 04. Ele não demorou muito pra me convencer a ver o do dia 2 e correr o risco de perder minha aula quando eu me lembrava do show impressionante, com a surpresinha final Yer Blues, dos Beatles. Finalmente, concluímos felizes que sim, é possível se entusiasmar com outro show mesmo depois de ver o The Wall! Estamos perplexos! Mas como nem tudo é perfeito, essa turnê é de despedida do Crowes... dia 2 estaremos lá! 
Olhem o tamanho desse set list!!:
(se clicarem nas setinhas dá pra ver um vídeo da turnê, adorei esse site!!):